Seu conhecimento operacional, enfim num lugar só.
Alguém do time de vendas sai de uma reunião. A troca de contato vai para o CRM. Os planos de crescimento, as perguntas em aberto, o chamado de suporte que o cliente ainda está remoendo: nada disso vai para lugar nenhum, e quem assumir esse cliente depois precisa reconstruir todo o contexto. O Brain junta esse conhecimento em um só lugar, a partir do que o seu time já escreve em cada canal e das notas de reunião que chegam à sua caixa de entrada. Seus Flows escrevem nele enquanto rodam. Em breve, ele vai se manter atualizado sozinho, para que qualquer pessoa ou agente que cuide desse cliente tenha todo o contexto necessário.
O contexto desta conta, reunido a partir de e-mails, Slack e Teams. Os dados estruturados ficam no CRM. Aqui, fica tudo o que você precisa saber para entender o relacionamento e seguir a conversa de onde ela parou.
O que está acontecendo
Avaliando o plano Scale, travados numa revisão de segurança. @Priya Raman está com a proposta. Chamado de Suporte aberto desde a semana passada, ainda sem solução.
Quem sabe o quê
O conhecimento que faz a empresa funcionar não mora em lugar nenhum
Seus sistemas de registro guardam o que é estruturado: clientes no CRM, finanças na contabilidade, cliques nas ferramentas de análise. O Brain guarda o resto. De um lado, o que é permanente: preços, posicionamento, a visão da empresa. De outro, o conhecimento operacional do dia a dia: o que está acontecendo com um cliente, quem sabe o quê, o contexto que se perdeu nas conversas da semana passada. Um wiki cobre a primeira parte. A segunda ainda não tem lugar nenhum: vive na cabeça das pessoas e no histórico do Slack, e vai embora junto com elas.
Empresas grandes resolvem isso com pessoas. Chefes de gabinete, gerentes de programa, operações de vendas, times de conta profissionais, cujo trabalho é garantir que todos tenham o contexto necessário para trabalhar na mesma direção. Uma empresa de vinte pessoas tem exatamente o mesmo problema, mas não tem ninguém para fazer esse trabalho. É isso que o Brain faz.
O Brain não substitui o seu CRM: os sistemas de registro continuam onde estão. E ele vai além de um wiki. Guarda o que um wiki guardaria, e os seus Flows escrevem nele enquanto trabalham. Em breve, ele também vai manter o contexto do dia a dia atualizado sozinho, a partir das conversas do time. Assim, quem pegar a conta depois, pessoa ou agente, já começa com o contexto inteiro em vez de trabalhar às cegas.
Mais sobre a tese no nosso ensaio sobre a camada que falta no conhecimento das empresas, ou veja como o Brain se compara a uma ferramenta de conhecimento de reuniões como o Otter.ai.
O conhecimento de uma empresa vem em três camadas:
Os Flows consultam o Brain. Os Flows alimentam o Brain.
Pessoas lendo e escrevendo num wiki é o básico. O que muda no Brain é que os agentes fazem as duas coisas em pé de igualdade: leem o que o time registrou e escrevem de volta o que descobrem.
Flows que leem o Brain
Um agente ou Flow lê o conhecimento que o time já registrou para agir. A resposta sai do que o time decidiu de verdade, não do que um modelo genérico chuta.
Um agente de vendas com a tabela de preços na mão
Perguntas sobre preço chegam por e-mail. O agente responde usando a tabela de preços oficial, que fica no Brain do time. Se o lead se interessar, agenda um follow-up e registra o contato como tarefa, com link para a conversa que originou tudo. Quando o preço muda, você edita a página do Brain uma vez. Toda resposta seguinte já sai atualizada.
Flows que escrevem no Brain
Um agente ou Flow produz conhecimento durável ao longo do tempo. O que antes era um relatório de uma vez só vira um histórico que se acumula e que dá para buscar.
Um agente de análise de concorrência que acumula
Cada execução produz uma página no Brain. O que o agente encontrou, o que era novo desde a última vez, o que mudou. A execução seguinte lê a anterior como contexto. Ao longo de semanas o Brain acumula um histórico de como os concorrentes se moveram, que posicionamento testaram, o que funcionou.
As pessoas também ganham um wiki de verdade
Editor markdown com @menções para pessoas, tarefas e outras páginas. Hierarquia de páginas aninhadas. Versionamento por página e detecção de conflito quando duas pessoas, ou dois agentes, editam ao mesmo tempo. Anexos. Busca. A experiência de wiki que você já conhece é o básico, não o diferencial.
Privado por padrão. Público só onde você quiser.
Cada página do Brain é privada por padrão, no nível do time ou pessoal. As permissões não são uma camada separada, colada por cima. São a mesma camada que decide o que fica visível dentro da empresa e o que fica visível fora.
Pessoal
Páginas que só você lê: suas notas, seus rascunhos, seu raciocínio em andamento.
Time
Páginas que todo mundo da sua conta this+that lê e edita.
Público
Páginas que você escolhe tornar públicas: landing pages, FAQs, microsites para clientes. O resto do Brain segue privado.
Páginas públicas, alimentadas pelo seu Brain
Publicar não é um recurso à parte. É só escolher quais páginas ficam públicas. Junte um conjunto de páginas e transforme numa página para clientes: uma landing page, um FAQ público, um microsite, ou qualquer combinação. A página publicada lê do seu Brain ao vivo, então quando um cliente faz uma pergunta, a resposta vem do que o time escreveu. O resto do Brain segue privado.
Páginas públicas não são só para ler. A mesma página mostra seu calendário ao vivo e deixa quem visita agendar uma demo, assim uma página de lançamento tira a dúvida do lead e marca a reunião sem mandar a pessoa para outro lugar.
O Brain funciona com a base que você já usa
Tem time que já escolheu outro lugar para guardar o conhecimento: um workspace no Notion, um Confluence, um repositório Git compartilhado. Nossos agentes leem e escrevem nesses lugares via MCP, do mesmo jeito que fazem no Brain.
O Brain dentro da this+that é o padrão: caminho mais curto e integração mais próxima com o resto do produto. Mas se o time já escolheu outro lugar, nossos agentes mantêm esse lugar em dia.
Seu Brain não é dado de treinamento para ninguém
O conteúdo do Brain é criptografado com chaves dedicadas no AWS KMS, que só as service roles da aplicação conseguem usar para descriptografar. Nenhum funcionário da this+that consegue ler — só com a sua permissão, ou em suporte de emergência, com acesso temporário e registrado em log. Nunca usamos dados de clientes (conteúdo do Brain incluído) para treinar, ajustar ou melhorar nenhum modelo de machine learning, nosso ou de terceiros. O compromisso contratual está no nosso DPA e na nossa cláusula de não treinamento. Os subprocessadores que tocam conteúdo do Brain seguem a mesma restrição.
Monte um Brain que seu time e seus agentes alimentam
Crie uma conta e comece a escrever páginas hoje. Seus primeiros Flows podem entrar no ar esta semana.
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